Este espaço serve, no momento, para realimentar a ideia de gratidão aos nossos pioneiros. Por isso colocaremos a cada mes trechos da história de alguns pioneiros.Neste ocassiao trazemos parte da História de Sr, Emilio recentemente falecido.
Pioneiro: Sr. Emilio Clemente Duarte de Oliveira esposa Senhora Olinda Farias Duarte de Oliveira ( in memória)
Filho de Catarina Celovak de Oliveira e Eduardo Duarte de Oliveira.
Data de nascimento: 15 de setembro de 1918
Localidade: Canto do Meio/ Alfred Chaves RS.
Padrinho: Celito José Bevilaqua.
O pioneiro Emilio conta que foi registrado quatro anos após seu nascimento e que isso era costume dos “antigos”, dadas as dificuldades de se encontrar um cartório nas proximidades das vilas onde nasciam.
O pioneiro Emilio Clemente Duarte de Oliveira veio para o Paraná com dois anos de idade, ou seja, no ano de 1920, com os pais Catarina e Eduardo e o irmão mais velho Vidal.
O primeiro paradeiro da família foi na localidade hoje denominada Passo da Pedra, próximo a Pato Branco.
A família, pelos filhos, Vidal e Emilio e o casal Eduardo e Catarina, permaneceu em Passo da Pedra por um ano.
Em 1921 o pai adquire terras em Coxilha Rica, único lugar habitado destas proximidades.
Lembra o pioneiro Emilio que apenas três eram as famílias viviam em Coxilha rica: A família do senhor Manoel João Gomes, de um senhor denominado Pedro Facão e de um índio domesticado denominado José Ariero, que foi o responsável pelo extermínio das tribos do Cacique Santana e do cacique Viri e do Cacique Vitorino.
No ano de 1922 o pai adquire mais terras próximas ao Rio Santana, onde vivia a tribo de índios da nação Guarani, cujo Cacique chamava-se Santana. Mais tarde dizimados pelo Índio José Ariero que a mando do governo da época tentava domesticar os silvícolas e quando isto não acontecia, a ordem era exterminá-los. Assim aconteceu com a tribo dos Caciques Vitorino e Viri, que vivia nas terras onde hoje está a cidade de Verê, cujo nome é uma variação do nome do antigo Cacique.
O primeiro paradeiro da família foi na localidade hoje denominada Passo da Pedra, próximo a Pato Branco.
A família, pelos filhos, Vidal e Emilio e o casal Eduardo e Catarina, permaneceu em Passo da Pedra por um ano.
Em 1921 o pai adquire terras em Coxilha Rica, único lugar habitado destas proximidades.
Lembra o pioneiro Emilio que apenas três eram as famílias viviam em Coxilha rica: A família do senhor Manoel João Gomes, de um senhor denominado Pedro Facão e de um índio domesticado denominado José Ariero, que foi o responsável pelo extermínio das tribos do Cacique Santana e do cacique Viri e do Cacique Vitorino.
No ano de 1922 o pai adquire mais terras próximas ao Rio Santana, onde vivia a tribo de índios da nação Guarani, cujo Cacique chamava-se Santana. Mais tarde dizimados pelo Índio José Ariero que a mando do governo da época tentava domesticar os silvícolas e quando isto não acontecia, a ordem era exterminá-los. Assim aconteceu com a tribo dos Caciques Vitorino e Viri, que vivia nas terras onde hoje está a cidade de Verê, cujo nome é uma variação do nome do antigo Cacique.
Registro fotográfico realizado em 16 de fevereiro de 2008, quando o prefeito Celito José Bevilaqua, visita o pioneiro Emilio para ouvir seus depoimentos sobre sua vida em nosso município.


Nenhum comentário:
Postar um comentário