
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
CARA COMUNIDADE BLOGUEIRA

MAIS HISTÓRIA DOS PIONEIROS

Estevão Stasiak, de descendência polonesa, nasceu em 19 de janeiro de 1921, em Alfredo Chaves/RS.
Casou-se com a jovem Alexandrina Pollon, nascida em 15 de janeiro de 1927, em Vila Áurea/RS.
O casamento ocorreu no dia 17/10/1943, na Igreja N. Senhora Consoladora de Vila Áurea/RS.
Os pioneiros Estevão e Alexandrina não desanimam com os revéses da vida e em 1954 chegam ao Chá da Gralha (Itapejara D’Oeste) vindos de Barro Preto (Coronel Vivida).
As fotos reavivam a nossa memória mostrando a primeira residência e a casa Comercial de Nome Casa Rio-Grandense, mais conhecida como o Armazém do Sr. Estevinho. A casa de moradia e a velha venda situavam-se na rua que foi a primeira avenida de Itapejara. Hoje, denomina-se Rua Estevão Stasiak.
ITAPEJARA É CIDADE ESTRELA DO SUDOESTE DO PARANÁ

A impressionante Astronomia dos índios brasileiros O físico e astrônomo Germano Bruno Afonso, professor aposentado da Universidade Federal do Paraná, é um dos mais premiados cientistas nacionais. Mestre em Ciências Geodésicas (UFPR), Doutor em Astronomia e Mecânica Celeste pela Universidade de Paris VI, Pós-doutorado em Astronomia pelo Observatório da Côte d`Azur (França), coordenador do curso de Pós-Graduação em Física da UFPR (1984-1990), Prêmio Jabuti de 2000 com o livro didático “O Céu dos Índios Tembé” (2000), Germano é também o único brasileiro especialista em Arqueo-astronomia, uma ciência relativamente nova no país.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
PIONEIRISMO_CONTINUIDADE

O casal teve vida comunitária participativa desde o ano de seu casamento
Arlindo foi um dos homens que participaram da revolta dos colonos no ano de 1957.
Também atuo de modo ferrenho para que o DDD fosse instalado na comunidade de Barra Grande. Conta o pioneiro de sua luta e de seus amigos da comunidade durou dois anos e se deu entre 2003 e 2005.
PIONEIRISMO_CONTINUIDADE

Domenico Rossa. Domenico veio de Comuntá Del Mel /
Belluno; Italia. Casando-se, no Brasil, com Angelina Ghesla, dos quais nasceram nove filhos.
Chegando ao Brasil Domenico passou a residir em Caxias do Sul e ,ais tarde seu filho Alfredo veio ao Paraná, em 1945. residendindo por uma não em Pato Branco e em 1946 na Vila Ipiranga, pertencente ainda a Pato Branco. Em 1947 Alfredo passa a residir com a esposa e os seis primeiros filhos, na localidade denominada Gramado, hoje distrito de Barra Grande, pertencente a Itapejara D´Oeste, onde nasceram mais três filhos do casal.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
HOMENAGEM AO PIONEIRISMO

Meu avô meu contou
A história da nossa cidade
Fui percebendo na sua fala
O despertar de uma saudade
Meu avô meu contou
A história da nossa cidade
Fui percebendo na sua fala
O despertar de uma saudade
As primeiras casas construídas
Muito simples sem sacada
Parede, cobertura e assoalho
Tudo de madeira lascada
A vida não era fácil
Desta gente pioneira
Mas plantaram a semente
Desta cidade hospitaleira
Desta vontade pioneira
Chá da Gralha surgiu
Construída com muito carinho
Por este povo de brio
Tapejara segundo nome
O progresso estava preste
Hoje uma linda cidade
Itapejara D’oeste
Tudo isso nós devemos
Aos nossos bravos pioneiros
Que fizeram de nós
Um povo bom e hospitaleiro
Meu avó descanse em paz
Sempre terás meu afeto
A cidade dos teus sonhos
Contarei para os meus netos
(Domingos N. Rosa)
17/10/07
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
PIONEIRISMO

No decorrer dos anos, isto já em 1947, chegou na localidade o Sr. Ledovicio Pereira de Lima, atual Escrivão, ainda os senhores: Alziro Alves da Rocha, Dario Alves da Rocha, estes últimos procedentes do Estado do Santa Catarina, ficando desde já com aqueles moradores com as aparências de um lugarejo e com perspectivas de u povoado ou de uma cidade pois, cujos homens, verificando a situação topográfica, não deixaram desde logo a se empenhar por uma povoação.
De inicio encontraram grandes dificuldades para aquisição de terras, pois o proprietário das mesmas não pretendia vende-las, sendo solucionado com uma permuta de terras feita com o Sr. José Moreira Soares.
No ano de 1949 os moradores formaram uma sociedade escolar, sendo na oportunidade construída uma casa destinada à escola, cujas madeiras eram lascadas e algumas tábuas eram serradas e que forma serradas de próprio punho pelos sitiantes, madeiras destas qualidades também foram usadas para construções de outras primeiras casas.
Em março de 1950 chegaram a fixarem residências na localidade os senhores Otávio Inácio do Nascimento e seu filho Lourival Felisberto do Nascimento, além destes, contava o lugar com outros moradores, como os senhores José Silva o qual exercia na época as atividades de Curandor, sendo que estas atividades, mais tarde foi exercida pelo Sr. Otávio Inácio do Nascimento e João Nicolau, cuja assistência médica era de socorros urgentes, pois outros recursos de medicina eram somente em pato Branco e que se distanciava a 40 km. O Sr. José Moreira Soares muito contribuiu para o desenvolvimento da povoação, vendendo lotes a preços razoáveis, sendo alguns de quatro mil cruzeiros, inclusive também o referido senhor fez algumas doações.
Ainda em 1950 o primeiro professor foi Sr. Lourival Felisberto do Nascimento, mais tarde sendo substituído pelo Sr. Ledovicio Pereira de Lima, a matricula naquele ano foi de 45 alunos, havendo alguns vindos distante a 6 km.
PIONEIRISMO_CONTINUIDADE

Ferdinando é filhos do senhor Paulino Zuchi e da senhora Estela Maria Luchetta
Foi assim pensando que Ferdinando, e o irmão mais velho Luiz, chegaram em abril de 1952 na pequena aldeia de Itapejara D’Oeste.
Uma vila que tinha poucas casas e não mais que 12 famílias.
A intenção da recém chegada família foi a de montar um negócio que na época era algo imprescindível para o povoamento inicial: uma serraria para produzir matéria prima para a construção de casas.
Com muitas dificuldades construíram, então a Serraria Zuchi, que foi o primeiro estabelecimento nesse gênero em Itapejara D’Oeste. Desta Serraria originaram-se muitas casas de novos moradores que iam chegando. A madeira canafrista que reveste a parte interna da Igreja Matriz foi toda serrada no estabelecimento Zuchi.
Há um fato curioso oriundo deste evento: de tanto o Senhor Ferdinando procurar pelas cercanias da nova vila sertanejos que doassem a madeira Canafrista, para que ele também fizesse a doação de do trabalho de serrar, o senhor Ferdinando foi apelidado de Canafrista. Ele conta e ri. Ri e seus olhos brilham de emoção e alegria por trazer a cena fatos importantes de sua vida e se seu trabalho.
RECONHECIMENTO AOS PIONEIROS CONTINUA

PIONEIRISMO_CONTINUIDADE
Este espaço serve, no momento, para realimentar a ideia de gratidão aos nossos pioneiros. Por isso colocaremos a cada mes trechos da história de alguns pioneiros.Neste ocassiao trazemos parte da História de Sr, Emilio recentemente falecido.
Pioneiro: Sr. Emilio Clemente Duarte de Oliveira esposa Senhora Olinda Farias Duarte de Oliveira ( in memória)
Filho de Catarina Celovak de Oliveira e Eduardo Duarte de Oliveira.
Data de nascimento: 15 de setembro de 1918
Localidade: Canto do Meio/ Alfred Chaves RS.
Padrinho: Celito José Bevilaqua.
O pioneiro Emilio conta que foi registrado quatro anos após seu nascimento e que isso era costume dos “antigos”, dadas as dificuldades de se encontrar um cartório nas proximidades das vilas onde nasciam.
O primeiro paradeiro da família foi na localidade hoje denominada Passo da Pedra, próximo a Pato Branco.
A família, pelos filhos, Vidal e Emilio e o casal Eduardo e Catarina, permaneceu em Passo da Pedra por um ano.
Em 1921 o pai adquire terras em Coxilha Rica, único lugar habitado destas proximidades.
Lembra o pioneiro Emilio que apenas três eram as famílias viviam em Coxilha rica: A família do senhor Manoel João Gomes, de um senhor denominado Pedro Facão e de um índio domesticado denominado José Ariero, que foi o responsável pelo extermínio das tribos do Cacique Santana e do cacique Viri e do Cacique Vitorino.
No ano de 1922 o pai adquire mais terras próximas ao Rio Santana, onde vivia a tribo de índios da nação Guarani, cujo Cacique chamava-se Santana. Mais tarde dizimados pelo Índio José Ariero que a mando do governo da época tentava domesticar os silvícolas e quando isto não acontecia, a ordem era exterminá-los. Assim aconteceu com a tribo dos Caciques Vitorino e Viri, que vivia nas terras onde hoje está a cidade de Verê, cujo nome é uma variação do nome do antigo Cacique.

